Poesia erótica natalina - explicito
Era natal
Eu ouvi um barulho
Mas eu não entendi nada
Foi quando eu vi alguém
E esse alguém vestido
Com roupas natalinas
Era um homem lindo
Com cabelos grisalhos
Com olhos castanhos
Uma barba bem feita
Suas roupas eram iguais
Ao do papai noel
Mas me contaram outra história quando criança
Será que muda para adultos?
— Feliz natal, o que gostaria jovem?
— Feliz natal. Eu não sei bem, mas você é bem mais bonito do que eu lembro
—
Fico feliz que tenha notado. Quer usufruir? Afinal, adultos não se
importam tanto com presentes de natal. Também pode pedir outras coisas,
como pagamento de boletos, mas é o que quer?
— Eu… eu posso usufruir mesmo?
Ele sorriu para mim e me levou ao quarto
No cômodo me deitou na cama
E ficou em cima do meu corpo
— Posso tocar? Não quero ultrapassar seus limites.
— Sim
Minha voz saia fraca e eu mal conseguia me mexer de tão nervosa
Jamais imaginei que a minha virgindade
Seria perdida
Com o papai noel
— Espera, é a sua primeira vez? Vou ser o mais gentil possível, pois
meninas que se comportaram bem, merecem meu melhor lado. As malvadas nem
recebem visita.
— É sim, eu não tive coragem de fazer isso com outras pessoas.
Ele retirou lentamente minhas roupas
E com cuidado beijou meu corpo
Me acostumando com os toques
De outra pessoa
Então beijou meus lábios
Tudo de forma gentil
E carinhosa
Foi quando massageou meus seios
Enquanto usava sua língua
Na minha vagina
— Está se sentindo bem? Estou indo forte demais? Intenso demais?
— Estou sim me sentindo bem, só é estranho por ser a minha primeira vez
Ele sorriu e continuou os atos
Até que decidiu parar
E colocou todas as minhas roupas de volta
— E o seu prazer?
— Isso fica para o próximo natal, esse é só seu.
Nisso me abraçou e me encheu de beijos
Apenas não ficou mais por ter outros presentes
— Ano que vem eu volto, pode ficar tranquila.
Assim que saiu deixou um presente
Uma roupa de mamãe noel.
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